ENTERNECER DE AMOR
“ENTERNECER DE AMOR”
Imploraria não te-la conhecido nesta vida,
Quando minha rosa interior acalentou teu olhar,
Minhas lágrimas torrenciais em romaria prenunciaram tua partida,
Silenciar lânguido em não poder te amar.
Revisitei, com o peito asfixiado, a praça arborizada,
Cenário exuberante do nosso encontro inesquecível,
Embalados pela cantiga romântica dos pássaros em revoada,
No prazer dos teus lábios a pétala florida de um prazer indizível.
Um banco decepcionado, bem te vis enlutados,
Teu recente matrimônio desestruturou minha paixão
No meu viver diário sentimentos amordaçados,
Ao léu desatinou a minha última emoção.
No meu sofrer a paz amenizou minha introspecção,
Minha alma incandescente clama a luz de uma alma feminina com ardor,
Vivo intensamente a sinfonia de meu coração:
Violino vermelho a enternecer de amor.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184) - REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL/SP
- Escrito por: JOÃO-PROIBIDA A CÓPIA INDEVIDA às 00h26
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