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Layout exclusivo para Poesias de Coração e Alma - Don't copy!
Estou antecipando o post desta semana em virtude do Carnaval, pois vou viajar. Prometo visitar os blogs de vcs na minha volta.Desejo de coração a todos os visitantes, um excelente Carnaval, aproveitem muito este grande evento anual, mas sem perder a identidade...
"O VIOLÃO E A SUA FEMININA CANÇÃO DE AMOR"
Madrugadas gélidas manifestam a temperatura do meu coração,
Ambientam um quarto escuro, as janelas cerradas,
Na manhã nublada, o bem te vi já não mais assovia sua canção,
Nas fachadas dos sentimentos, apenas desilusões pichadas.
Sou navegante suicida no precipício da solidão,
Nas tormentas de oceanos raivosos, um árduo desprazer,
No esperançoso cais do porto, a calmaria de um violão,
Som completamente desafinado desarranja minh’ alma a estremecer.
Basta românticos acordes dedilhados com pleno esplendor,
E o violão adorna com violetas uma inebriante canção,
Ela ressoa em mim na doçura dos versos de amor,
Emoções vívidas apaixonantes em minha recordação.
Meu olhar de soslaio declama seu inesquecível nome,
A labareda infinita do seu sorriso a me inspirar,
Sua companhia amorosa revela meu eterno codinome:
CORAÇÃO, a te acolher, a te compreender, quando não despontar o seu luar...
João Rodrigo Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184) - REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL/SP
"MINHA ALMA E MEU CORAÇÃO FEMININO"
Esdrúxulos fogos de artifícios: sua teimosia em apenas me seduzir,
Reprovação eterna de suas ridículas segundas intenções,
No povoado de mulheres, veste a surreal máscara de centro das atenções,
Louva a traição, um desvio comum, passível a se redimir.
Suas lágrimas ardilosas não me ludibriam,
Aproximo-me desesperançosa do precipício,
A insensibilidade masculina é um nocivo vício,
Reverberam em ecos ensurdecedores a voz dos homens que enganam.
Próxima da morte, a beira do precipício, o meu maior ensinamento,
Por átomos desprezíveis, cometer o suicídio?
Sinto muito... Promoverei sorridente um verdadeiro genocídio:
O extermínio da raça da testosterona, meu novo mandamento...
Busco as estrelas do céu que entoam uma canção romântica em revoada,
Buquê de rosas vermelhas perfumadas pela ilusão não me seduzirá,
Jóia valiosíssima como presente, um bem material, jamais reluzirá,
Teimam os insensíveis, em apresentar-me as nuvens nubladas e a sua trovoada.
Apegarei-me no aveludado abraço que me confortará na minha maior decepção,
Acariciarei a plenitude do amor na sua essência e na sua sofreguidão,
Ansearei por toda minha vida a poesia eterna que compreenda o meu sensível coração,
Vivenciarei a aventura da exploração minuciosa de minha alma e toda sua imensidão.
(João Rodrigo Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184) - REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL/SP