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Layout exclusivo para Poesias de Coração e Alma - Don't copy!
UMA LINDA HOMENAGEM PARA A MULHER QUE A CADA DIA ME FAZ SER UM SER HUMANO MELHOR E ME FAZ FELIZ! TE AMO!
SILVANA APARECIDA DE ABREU
Você para mim foi a princesa,
Que desabrochou o meu coração,
Dia e noite manteve acesa
Em minha alma a magia de uma linda canção.
Naveguei a cada dia em calmaria,
Ao te abraçar,
E o cintilar de tua estrela guia,
Infinita, ao te beijar.
Tua companhia foi a mais bela inspiração,
Um meigo poema noturno, na presença do luar,
E ao som aveludado do violão,
O exclusivo refrão é te amar.
Sem você, o mar chora,
As lágrimas banharam uma flor,
Que com o tempo murcha,
Na falta do teu genuíno amor.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
Uma singela homenagem ao dia internacional da mulher!! Parabéns, vcs merecem!
“ROSA MULHER”
Na brisa cálida do amanhecer,
Magnânima rosa vermelha a florescer,
Fragrância cristalina de mulher exalado,
Contornos perfeitos de seus lábios, sopro do orvalho desabrochado.
Caudaloso caule, em seu instinto materno valsa sua meiga caridade,
Na delicadeza das pétalas, sua aveludada sensibilidade,
Aprazível carisma do seu sorriso fenomenal em suas folhas verdejantes.
Seu fascinante olhar é o matrimônio fiel dos diamantes,
Seus espinhos, defesas naturais, oposição a preconceitos arraigados no mundo machista,
Problemas cotidianos são purificados com sua graciosidade, pela sua visão realista,
Multidão masculina perdidamente enlouquecida com sua artística beleza escultural,
Acarinhar seu rostinho delicado desperta o suspiro apaixonado da lágrima do cristal.
Diariamente no tenro sentimento do amor, seu coração a se inundar,
A porcelana de sua alma é a inocência angelical do eclipse a se idolatrar,
Desfila seus afetos angelicais no luar com seu feromônio,
Amor em sua essência, Rosa Mulher é um genuíno binômio.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
"ANJINHA ADOLESCENTE"
Mesmo sem contigo ter falado,
Suas asas angelicais cintilaram,
Por um instante mágico ter te tocado,
Meu amor e minha alma por ti afloraram.
Tive o privilégio de contemplar,
O teu corpo esguio, uma linda canção,
Repeti até o amanhecer, te amar,
Tua cútis é o mais belo e gracioso refrão.
Arrastei-me aos sinais rosáceos de teu olhar,
Embriagado pelo perfume de sua adolescência,
Obcecado pelo seu sorriso a eternamente admirar,
Deixe-me, por favor, afagar carinhosamente sua essência.
Meus sonhos, por tua linda alma feminina, são guiados,
À noite ao luar, com o violão a te banhar,
Tua boca, teus lábios estrelados,
Em meu coração, pulsam a exclusivamente te amar.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
MINHA ALMA FEMININA A AMAR
Nas lágrimas do meu olhar,
O silêncio do teu amor,
Tua lua minguante não banhas o meu mar,
E as estrelas cintilam com torpor.
Vais delinear em meu rosto,
O teu nobre coração,
Tatuar o amargo gosto,
De um lúgubre bosque sem inspiração.
Resta a mim nas insones madrugadas,
Abraçar o odor fétido da solidão,
Viver em estado hipotérmico nas invernadas,
E assassinar a insidiosa paixão.
Oh, imploro: Minha alma feminina fervilha,
O caldeirão prazeroso do amar, amar e amar,
Como a meiga e ingênua novilha,
No colo aconchegante materno, ávida a mamar.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
PAra voces que adoraram as poesias do meu blog, comprem por favor meu novo livro de poesias: O AMOR DE CORAÇÃO E ALMA, venda na SARAIVA, SUBMARINO, CIA DOS LIVROS, CULTURA. Basta digitar o nome do livro em buscas destes sites.

HOMENAGEM SINGELA AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Mulher
Nascente infinita de admirações.
Razão de criativas declarações.
Estrela protagonista nos temas
Românticos e líricos poemas.
Rainha inspiradora de canções,
Letras transbordando emoções.
Sereno mar de lealdade,
Valoriza a eterna fidelidade.
Delicadeza da pétala de flor,
Insuperável na arte do amor.
Notável sinceridade,
Nobre sensibilidade.
No seu retrato ímpar beleza,
Nas suas realizações perfeita destreza.
Pelos semelhantes sente compaixão,
Laços sociais desenvolvidos com perfeição.
Nasce igual uma simpática anjinha,
Cresce igual uma meiga princesinha,
Vive igual uma carismática princesa,
Ao morrer torna-se inatingível Deusa,
Venerada por sua geração.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
DESILUSÃO
O telefone não emite sinal, emudeceu,
A canção é estarrecedora,
Respiração cessou,
Dor ensurdecedora.
O destino me magoou,
Resta apenas um silêncio infinito,
Minha lágrima secou,
Amar transformou-se em mito.
Deságua no lânguido rio, a desilusão,
Buracos negros na alma são evidências,
Cegas emoções em meu coração,
Não poder te amar alimentou minhas carências.
À noite, insone, meu maior medo,
Lembranças da sua aveludada alma, de seu nobre coração,
Novela da vida real com um conhecido enredo:
Amar, amar, amar, e abraçar implacavelmente a solidão...
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
“NATAL DOS SONHOS”
À meia noite os sinos dourados badalam,
É o nascimento do menino Jesus,
O emocionado coral de vozes entoam,
A envolvente canção de amor que seduz.
Árvore natalina reluzente,
Adornada com coloridas bolinhas,
No seu topo uma estrela incandescente,
Agradável magia e fantasia, exibidas.
Ao redor da árvore de porte gigantesco,
Presentes variados em grandes quantidades,
Crianças pobres felizes: clímax romanesco,
Doações carinhosas das instituições de caridades.
Dos céus as anjinhas observam comovidas,
Às lágrimas, notam o sorriso no rosto dos meninos, a brincar,
E o brilho no olhar das meninas entretidas,
Com presentes que nunca haviam sonhado em desfrutar.
Natal esperançoso, ansiar que emanem,
Nos corações dos seres humanos, o encantamento do amor,
De suas almas exclusivamente irradiem,
O carisma contagiante do esplendor.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
"MEIGA DAMA"
Arco-íris irradia as seis cores do teu nome,
Manhã envolta pelo meu coração apaixonado.
A nascente pincela o azul,
Rio de minha alma que te ama desesperadamente.
Luar dos seus meigos amendoados olhos,
Um carisma angelical,
Colar amoroso de tua boca perolada,
Inunda minha alma de amor.
Luz incandescente de tua afável alma,
Amor de cintilar rosáceo eterno.
Fascinante o seu caráter ímpar,
Obra artística genuína,
Rara jóia és tu doce mulher,
Encantador charme de rainha.
Versos afetivos teu aveludado coração,
Embebida de romantismo,
Rima preciosa de amor.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
Meu livro a venda tbém no site do SUBMARINO. Vejam:
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AME ENQUANTO HOUVER TEMPO
Parto angustiado a uma paradisíaca viagem ao exterior,
Um tempo em nossa relação, para identificar sua real significação,
Ao meu coração, curto período para espairecer a mente,
Conviver com uma liberdade irrestrita.
Desejei me relacionar com outra alma feminina,
Mergulhar profundamente em uma inédita vida amorosa,
Repaginar o sonho de constituir uma grande família.
Os dias começaram a transcorrer lentamente,
Ao defrontar com a solidão, senti-me incompleto,
Cada dia de minha estadia no país estrangeiro sem sua presença,
Corroia minha alma, sustentava uma grandiosa aflição em meu peito.
Adiantei meu retorno, conscientizei-me que sua ausência em minha vida,
Transformava o mundo em um lânguido retrato em preto e branco.
Distante dos seus carinhosos braços, do seu tênue amor,
Visualizei um mar tenebroso, uma vida sombria.
Sem a tonalidade do seu carisma, sem a maciez da sua ternura,
Meus olhos marejados irradiavam meu estado de morbidez.
Ao regressar apaixonado, portava nas mãos um ramalhete de rosas vermelhas.
Não a encontrei em nossa residência, havia apenas um bilhete comovido de despedida:
“Infelizmente não abrigo um lugar cativo em seu coração.
Em luto, rumo ao caminho da incerteza,
a única certeza foi sempre te amar perdidamente e jamais ser correspondida”.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
À MINHA DIONISÍACA AMADA
Sou uma mulher realizada,
Enfrentei o vendaval das decepções,
Indaguei as adversidades, consternada,
Para superar a dinastia das desilusões.
Homens insensíveis me enganaram,
Juraram eterna fidelidade.
Outros deploráveis me usaram,
Atestaram suas insanidades
Decepcionada com incertezas do sentimento universal,
Já não desejava neste esperado encontro, acreditar,
Inconformada com a incômoda dor emocional,
Nos ombros da minha fiel amiga, me pus a chorar.
Ao desabafar, vi em seus olhos um apego celestial,
Calorosos abraços abarcavam nossas almas fraternais,
Beijos tórridos refletiam um amor incondicional,
Orgasmos cósmicos iluminavam nossos gozos carnais.
Renasceu a paz do meu espírito nesta relação,
A luminescência do luar embalou nossa noitada,
Sem refrear o ímpeto dos meus desejos, entreguei o coração,
À minha dionisíaca amada.
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
“A SÁBIA NATUREZA DA VIDA”
Nuvens carregadas passeiam apressadamente pelo céu,
Derramam lágrimas na torrencial tempestade,
Árvores, flores sedentas se embebedam com o mel,
A brisa matinal anuncia a serenidade.
Aclamada paisagem, timidamente o sol a sorrir,
A natureza a encenar suas incontáveis facetas,
Nas entranhas das montanhas, o arco-íris a reluzir,
A vida é constituída pelo som das trombetas.
Livre arbítrio no ser para edificar nosso viver:
Promover na natureza, queimadas, devastações,
Lançar toxinas na água, poluir o alimento do nosso sobreviver,
Amar a fauna, acariciar a flora em nossos corações.
A vida riqueza natural imensurável a explorar,
Uma folha ao léu, do azul celestial a vagarosamente cair,
Caprichosamente pelo destino, em nossas mãos unidas, a repousar,
Esta vida com um leve sopro, pelos vãos dos nossos dedos, pode repentinamente se esvair.
(João Rodrigo I. Matsumoto) DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)
Meu livro a venda nas lojas americanas. Basta clicar no link. "O AMOR DE CORACAO E ALMA"
http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2699519
"O BEIJA FLOR E A DESILUSÃO"
Simplesmente o beija flor,
Amava o lírio num jardim
Com centena de flores.
Diariamente sentimental,
Repetia o néctar lírico,
Com o coração inundado de amor.
Sob a iluminação solar,
A primavera raiou,
Revoada genuína das borboletas.
Uma mariposa flertou o lírio,
Recitou a brisa poética,
Em versos coloridos.
O lírio despediu-se do beija flor,
E acompanhou a revoada das mariposas,
Frenético, feliz e apaixonado.
O beija flor lançou seu olhar perdido,
Subitamente perdeu a serenidade,
E suas asas bateram descompassadas...
(João Rodrigo I. Matsumoto)
DIREITO AUTORAL RESERVADO - (LEI NÚMERO 9610/98 ART. 184)